Jornalismo de moda: minha opinião sobre o curso

No terceiro período criei este blog para compartilhar o cotidiano universitário atrelado ao meu amor pela moda. De lá para cá muita coisa mudou e hoje o AD fala mais de moda do que outra coisa, mas sem perder o foco de falar sobre variedades.

O blog se tornou algo mais sério e eu senti a necessidade de me especializar melhor para poder falar, por mais que tenhamos uma pessoa de comunicação é sempre bom ter noção do que se fala e como fala.

Sem mais delongas eu comecei a procurar um curso que pudesse me ajudar e eis que lembrei que no Senai Cetiqt tem váaarios cursos de extensão e entre eles o de jornalismo de moda.

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Corri para me inscrever, comecei no dia 13 de Abril e estou super amando o curso, por isso vim dar a minha opinião sobre ele já que temos muitas leitoras que têm blogs ou pensam em ter.

O curso é bem prático. A professora passa conteúdo na primeira parte da aula e na segunda parte nós avançamos no trabalho final, que será a produção de uma revista para um público específico (cada um escolhe o seu). O tempo de duração da aula é de 3h semanais e como a turma é pequena (média de 10 alunos) dá para a professora atender a todos e dar toda a atenção possível.

Estou aprendendo muitas coisas legais do jornalismo e de forma bem dinâmica, pois o conteúdo é passado e em seguida colocamos em prática o que aprendemos.

Eu estava com um projeto de uma revista de moda na faculdade, mas são tantas burocracias que deixei o projeto engavetado. Dependendo de como eu me saia com esse trabalho do curso eu posso ver o que faço com a ideia, rs.

Como eu já tinha algumas questões mal resolvidas com o Design, apesar de amar o curso e toda infraestrutura que a PUC oferece, eu acredito que irei seguir pelo caminho do jornalismo, não fazendo uma outra graduação, mas talvez uma pós ou um mestrado.

Ainda não tenho muita certeza de nada e também não preciso ter agora, vou curtinho as oportunidades e experimentando, afinal aos vinte e poucos anos nada é certo!

Beijinhos dignos,

B. Vaoli

DSG 1003 – Campi

Booooom dia digníssimos !!!

Hoje temos mais um Projeto do 1003 🙂 OMG ! Eu já disse ontem e repito: esse foi um dos Projetos de CV que mais amei, completamente apaixonada por ele, meninas, vocês arrasaram !

A Flávia, super fofa, me passou o resuminho (inho ?) HAHA do Projeto delas. E por falar nelas, as componentes do grupo são: Flávia Moraes, Justine Hack, Mayra Leassis e Thayná Matos.

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Evento Pranchas – Esq.: Mayra, Thayná, Flávia e Justine

Chegamos à CAMPI através de um amigo do grupo. Explicamos ao dono, Mario Campioli, como seria feito o projeto e ele aceitou ser nosso cliente. Quando conhecemos o Mário e a CAMPI, vimos que o logotipo deles e o site não eram condizentes com a personalidade e o lugar. Dessa forma, definimos que a nossa questão seria fazer um logotipo e um site  que retratasse melhor como eles eram. Definimos que o conceito seria o diferencial da CAMPI e a personalidade forte do Mario. E assim, começamos as experimentações. A princípio, começamos pesquisando fontes e aplicando texturas, dentro e fora da letra, em letras caixa alta; depois tentamos destacar a letra “M”, já que no logo original, essa letra é destacada para fazer referencia ao nome do dono -Mario. Porém, nós ainda achávamos que não representava a CAMPI. Assim, resolvemos ir até a CAMPI e fazer um jogo de palavras com o Mario, para definirmos conceitos mais exatos, e após ele escolher 5 conceitos, chegamos ao conceito de transformação. A seguir, tentamos aplicar esse conceito na logo, e também dar um toque maior de expressividade à mesma. Testamos símbolos, porém ainda não acreditamos que fosse o caminho. Percebemos que o caminho, então, seria usar letras e fontes em caixa baixa, pois achávamos que  demonstrava bem mais expressividade e, assim, poderia representar melhor a CAMPI. A partir daí, começamos a fazer letterings em algumas fontes – em caixa baixa – que achávamos que poderia representar todos os conceitos que havíamos definido. A partir das alternativas geradas, chegamos à fonte HoratioD. Com ela, trabalhamos várias opções de lettering, e dessa forma  foi possível representar mais ainda a expressividade e simular, no traço, a fluidez de um pincel. Também demos um pequeno destaque ao “m”. Para finalizar, separamos o logotipo em duas partes: maquiagem – parte estética – e efeitos – parte artística –, já que na CAMPI há uma sala para cada um, e além disso, essas duas partes poderiam ser melhor representadas. O lettering para a logo de maquiagem e para a de efeitos era o mesmo. O que mudava eram as cores e o subtítulo – “curso de efeitos” e “curso de maquiagem”. Para esses subtítulos, foi escolhida a fonte “Frutiger” em caixa alta, dando um toque de leveza e elegância para a logo.

Bom, nada melhor do que a apresentação delas para vocês entenderem né ? pois bem, aí está: Apresentação G2 campi

Aii gente, não ficou lindo ? Eu falei …

Parabéns meninas, obrigada por nos ceder esse trabalho que ficou tão massa. Sucesso sempre 🙂

Ahh, pessoas, hoje tem Ecolection com suas peças novinhas para nós, mas lá na página do blog, ok ?

Beijos Dignos,

B. Vaoli

DSG 1003 – Sorveteiro soviético

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Olá pessoas ! Hoje temos aqui a apresentação do primeiro Projeto do 1003, é um Projeto de CV (comunicação visual) que ficou irado e vai abrir a nossa semana de apresentações de projeto. Quem curtir pode deixar seu comentário aqui embaixo. Tenh0 certeza de que vocês vão gostar assim como eu.

Pedi que meu amigo André, um dos componentes do grupo, explicasse um pouquinho do Projeto para nós.

     Desde o início do projeto, quando nos encontramos no grupo “Música”, estávamos de acordo sobre desenvolver a identidade visual de uma banda. Dentre os integrantes do grupo, tínhamos contato com três bandas, e após conversarmos, escolhemos trabalhar com a banda Sorveteiro Soviético. Formada por Luca Neroni (guitarra), Pedro Dutra (baixo) e Luque Abdallah (bateria/voz), o som da banda busca mesclar influências de blues e de rock setentista, com letras todas em inglês que aborda temas comuns da adolescência. A identidade visual que eles possuíam era muito mal resolvida e não condizia em nada com seu som, e muito menos possuía uma uniformidade. Era constituída principalmente de uma logo e desenhos feitos pelos integrantes que não transmitiam o que a banda passava com o seu som. Inicialmente nosso objetivo era dissociar o nome de uma interpretação literal, e decidimos focar mais num logo sem a presença do sorvete. Após um estudo tipográfico e conversar extensas com professores e colegas, chegamos no conceito de ‘como seria uma sorveteria soviética’. A partir daí, com a idéia de letreiros nos guiando, escolhemos a fonte Langdon. Mesmo assim, ainda sentíamos falta de algo. Voltamos atrás e decidimos resgatar a presença do sorvete, algo que acreditamos ser importante para a identidade da banda, que traz uma certa ironia que faz parte de sua essência. Para nós, um sorvete de uma sorveteria soviética não seria gostoso, colorido, nem convidativo. Por isso decidimos trabalhar somente com linhas retas, buscando também uma insígnia que conversasse com a Langdon. Por fim, após muitas variações e mesclando aspectos militares, atingimos o logo final.

Link da apresentação final: G2

E aí povo, vocês curtiram ? Pô, eu super curti !

Quem estiver interesse em ouvir um som da banda, é só ir lá na página deles no fb: https://www.facebook.com/SorveteiroSovietico

Deixe sua opinião p mim ta? 

Agradeço ao pessoal do grupo por mostrar o trabalho aqui p todos verem 🙂

André Manoel, Beatriz Tacconi, Beatriz Andrade e Yasmin Avila

Beijos Dignos,

B. Vaoli

Novidades …

Cara, são tantas novidades, tantos projetos que aparecem a cada momento que eu fico até meio perdida, tenho que registrar em algum canto para não me perder e deixar de lado tantas ideias interessantes que o povo me passa.
Bom, como já havia dito, assistindo àquela bosta de série da Capricho, Revista na qual um dia pretendo trabalhar, a “It Girls 2” , tive a ideia de fazer o meu próprio “It Boys” (genteeeeee morri de rir)… Convidei alguns fofos para participar e eles aceitaram. Inicialmente a ideia era mostrar, aleatoriamente, o estilo que alguns fofos  que eu curtia, mas aí a ideia se expandiu e virou o “It Boys”, claro que eu fiz apenas com os meus amigos de Design, mas quem sabe vira algo tipo o estilo PUC ?? vai saber  pode ser que dê certo, uhasuhsuasu …

Já gravamos o primeiro, está em fase de edição e tal, mas posso adiantar que ficou suuper maneiro, bem mais legal do que eu imaginava !

Além do It Boys, tem também o projeto de registrar algumas experiências vividas por alunos de Design em seus projetos, outra ideia super interessante na qual estou muito empolgada em ver o resultado. Já gravei com uma amiga do 9º período com sua experiência em Projeto 8 (Conclusão) e, cara, foi super interessante, um bate-papo bem agradável onde eu soube mais do processo de criação e formulação desse projeto tão complicado que é o de conclusão. 

Resumindo, ontem o dia foi muito produtivo, gostaria de agradecer a todos os envolvidos no processo, tanto com os depoimentos, entrevistas quanto com a paciência de me ajudar com as filmagens, equipamentos, paciência, apoio moral, enfim, como sempre estou rodeada de amigos maravilhosos, obrigada lindos 🙂

Making off do It Boys – Vinícius Almeida



Eles se amam e essa é a prova, rsrs


Como não se inspirar com essa faculdade linda  ??



                                                                                                       XOXO,
                                                                                                         B.